segunda-feira, 28 de maio de 2012

Sem agir assim, não sería eu.

Sem agir assim, não sería eu. Como consentir que a minha música se transforme num mero "bater catão"? Onde foi parar o compromisso que assumi comigo mesma lá na adolescência, quando comecei? Sería justo, à essa altura do tempo, abandonar tudo aquilo em que sempre acreditei, em nome do que todos consideram certo? O que significaria então "EU SOU UMA ROCKSTAR LIVRE"??? Devería eu, manter-me presa a algum estilo? Rótulo? Cisma? Por onde andaría o respeito por mim mesma, pelo "meu tempo"? Andei refletindo sobre isso e sobre mais um montão de outras coisas relativas à minha música. Sobre como é difícil, hoje em dia, manter uma banda fiel. Em, como antes havia uma cumplicidade entre os integrantes e hoje, essa cumplicidade migrou seu interesse pela grana assim, como se tivesse vontade própria. Sei que pode parecer ideologia ultrapassada se considerarmos a correria que toma conta de tudo nestes dias e o foco atual da humanidade, mas eu pergunto: E??? Encontrei algumas dificuldades nos últimos tempos em relação a "manutenção da minha arte". Todo mundo tocando com todo mundo não é uma moda na qual eu me sinta confortável, pelo fato de tornar impossível usufruir de uma segurança indispensável para levar meus projetos adiante. Até na hora de pegar o telefone para fechar as funções é complicado, pois me tornei dependente de agendas que não fazem pate da minha rotina. Como andar prá frente desse jeito? Por isso tomei a decisão de ser solo há tempos, quando a cumplicidade da qual eu já falei aqui, deixou de se fazer presente nas reuniões, nos ensaios, nos bares onde nos encontrávamos eu, e os meninos com os quais trabalhei. Todos têm suas razões?! Ok! Mas atitudes condizentes com o que se considera o certo a se fazer são indispensáveis! Falo sobre a atitude do compromisso que, de uns tempos prá cá, tem sido praticamente zero. Sendo assim, chega a hora de arrumar a casa ou continuar dependente de estórias completamente alheias à minha. Foi preciso faze isso prá que eu não perdesse a gana de continuar. Essa gana é algo que não controlo. Não dá prá provocar ou comandar. É algo assim... como vontade mesmo. Se se tem se faz, se não, não se faz, sem forçar a barra. Nunca me permitiria perder a sensação incrível de quando começo a perceber a inspiração prá criar chegando feito um vento forte que vem de longe, e ter que correr mais que tudo prá que eu possa chegar naquele lugar certo, em tempo de alcançá-lo e não ganhar o presente que vem com ele. Isso é poderoso e forte, porque é honesto. Era sobre isso que falava no início, respeito e compromisso comigo mesma e com a minha arte. Sem agir assim, não sería eu. "Eu sou uma Rockstar livre!" Rockiss!!!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Hey!!! Prá matar a saudade do meu blog, passei só prá dize que: É muito triste ser forçado a desconfiar de alguém, em quem um dia se confiou, de olhos vendados; É muito chato ficar repassando cada pedaço do caminho, tentando descobrir onde foi que eu errei; É cansativo ter que ficar repetindo sempre as mesmas coisas, prá no final, sacar que a pessoa é lezada e não tá nem aí mesmo; É doloroso demais lembrar dos planos traçados a dois e me dar conta de que, no fundo, tudo era só um sonho prá se vivido sozinha; É baixo astral me sentir sugada até a alma, por alguém por quem fiz tudo o que podia e até o que não podia também...; Por outro lado... É bom demais acordar à tempo prá recomeçar!; É fantástico acordar na manhã seguinte e sentir-me revigorada, por ter sido capaz de manter todas as palavras que empenhei!; É fabuloso ter a certeza de que não acabou para mim!; É caloroso redescobrir que tenho ao meu redor, todos os que realmente importam prá mim, e que se importam de verdade comigo!; É mágico amar a mim mesma!!! Rockiss!!! Eu sou uma Rockstar livre!!!